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Archive for Força Jovem Brasil

O jovem empresário bem sucedido, que já na adolescência possuía um notável espírito empreendedor, encontrou na dedicação em divulgar o Evangelho a realização pessoal

Por Ticiana Bitencourt

Jadson Santos Edington (foto ao lado) tem 36 anos e há 14 deles se dedica ao trabalho de evangelização da Igreja Universal do Reino de Deus, tendo sido consagrado a bispo da instituição em junho de 2007. Apesar da juventude, a maturidade é uma das destacáveis características deste servo de Deus, cuja história de vida é marcante pelo fato dele ter assumido, aos 16 anos, o controle legal da própria vida e a gestão de negócios que ele mesmo idealizou e montou.

Baiano, nascido em Salvador, é o responsável pelo trabalho da Universal na Bahia. Antes de voltar à terra natal, passou mais de cinco anos em São Paulo. Também já esteve nos estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais.

O bispo Jadson é casado há mais de 16 anos com Rosilene da Silva Edington, 33. Os dois decidiram não ter filhos com a finalidade de se dedicarem ainda mais ao serviço da obra de Deus.

O senhor nasceu num lar pertencente à classe média alta da capital baiana, mas teve de enfrentar uma drástica mudança de status social. Por quê?

De fato, os meus primeiros anos de vida foram vividos numa família abastada. Meu pai tinha uma empresa muito próspera. Viagens, boas escolas, brinquedos, entre outras coisas, evidenciavam que eu era um garoto privilegiado. Mas, quando eu completei oito anos, meus pais se desentenderam e decidiram pela separação definitiva. Foi então que minha mãe se mudou para o município de Dias D’Ávila (na Região Metropolitana de Salvador). Ela me levou junto com outro irmão. Assim, nosso patamar de vida passou a ser muito inferior ao de antes.

O senhor ainda era uma criança, mas lembra o que de mais evidente foi alterado em sua rotina?

A casa era muito menor do que a que nós vivíamos antes. Minha mãe conseguiu vagas para nós numa escola pública e, óbvio, sentimos muito a diferença entre aquelas instalações e os ambientes em que nós frequentávamos. Para piorar nossa situação, meu irmão, que era adolescente, começou se envolver com pessoas que usavam drogas. Nós sofremos muito. Como eu via as dificuldades em casa, aos 15 anos, eu já vendia produtos de limpeza nas ruas da cidade, ajudava minha mãe e fazia economias. Eu decidi naquela época que ia batalhar por uma vida melhor.

Por que houve a necessidade do senhor ser emancipado aos 16 anos?

Minha mãe se casou de novo e eu tinha um ótimo relacionamento com o meu padrasto. Como eles conseguiam viver direitinho, resolvi concretizar o meu plano de prosperar. Com as economias que fiz durante a venda dos produtos de limpeza fui comprando latas de óleo. Em alguns meses, eu já tinha um grande estoque e troquei tudo por mercadorias diversas com alguns comerciantes. Depois disso, montei minha pequena mercearia na área em frente a uma casa que comprei dentro de um conjunto habitacional popular. Assim, eu fui emancipado pelos meus pais, com a finalidade de obter as documentações necessárias para a legalização do negócio e para abrir minha própria conta bancária.

Como um adolescente podia ter responsabilidade para manter um comércio?

Acredito que era obstinação mesmo, força de vontade e foco. Acordava às cinco horas da manhã para ir buscar o pão que eu vendia lá e só dormia às 11h da noite. Tanto é que em um ano a mercearia progrediu e eu montei uma loja de bicicletas e acessórios na cidade.

Com tanto trabalho havia tempo para estudar e se divertir?

Eu deixei de estudar, não conseguia conciliar o trabalho e a escola. Quando se é jovem e independente o que não falta são amizades. Então, às vezes, eu ia para festas, acabava indo para micaretas e para o carnaval também. Nesses locais, eu até me envolvia com algumas meninas, mas não dava certo com nenhuma.

Por falar em vida sentimental, naquele período o senhor pensava em ter um relacionamento sério?

Pensava sim, inclusive, eu pedia a Deus que um dia me desse um casamento e que fosse diferente do relacionamento dos meus pais. Eu não queria casar e separar. Minha mãe casou duas vezes e ela foi a terceira esposa do meu pai. Lembro que quando eu ficava sozinho pensava em tudo o que tinha perdido com a separação dos meus pais e sentia uma angústia muito forte.

Como foi o período no qual o senhor conheceu dona Rosilene?

Quando eu conheci Rose (foto ao lado) a minha vida ganhou outro sentido. Nós morávamos na mesma localidade, eu tinha 17 anos e ela 14. Conversávamos bastante, mas a mãe dela dizia que para namorar a filha dela eu precisaria ter postura de um homem responsável e de caráter. Por causa disso, fui mudando de comportamento, inclusive fui me afastando dos amigos que só pensavam em festas. Minha sogra frequentava a Igreja Universal e me convidou para ir lá. O convite foi uma feliz coincidência, porque naquela altura eu já tinha sido levado à Igreja por meu padrasto que também participava das reuniões. Mas, eu não levava nada a sério, eu ia por ir. Minha sogra queria que eu me firmasse e isso era quase uma condição para ela liberar o namoro.

Então, o senhor aumentou a frequência na Igreja apenas por interesse?

No começo sim. Meu padrasto acabou sendo uma boa influência. Na medida em que fui participando das reuniões percebi que tinha um problema espiritual, pelo fato de não dar certo com ninguém. Até mesmo o meu namoro com Rose terminou. Depois nós voltamos e eu decidi levar a sério aquilo que os pastores ensinavam e, principalmente, minha vida com Deus. Eu passei mal por causa dos encostos em quase todas as reuniões de libertação, desde aquele dia. Foi uma luta muito grande até eu ficar completamente livre. Participei de muitos propósitos de fé, fiz jejuns, perseverei mesmo e obtive a resposta.

O senhor teve apoio de toda família quando começou a se firmar na crença em Deus, na Igreja Universal?

De todos não, isso é até comum quando se trata da Universal. Certa vez, liguei para meu pai e estava muito entusiasmado para contar a ele que eu tinha vivido uma experiência espiritual muito forte e que o Senhor Jesus tinha me libertado na Igreja. A resposta dele foi que eu não era mais o filho dele. Apesar de tudo, eu entendi que aquelas palavras não vinham dele, era o próprio mal e, por isso, o perdoei e mantive a mesma consideração de amor que um filho tem para com o pai.

O senhor, desde muito cedo, já mostrava resultados de uma força de vontade incomum. O que aconteceu quando o senhor aliou todo aquele querer à fé em Jesus Cristo?

Eu fui muito abençoado. Primeiro, eu me tornei um novo Jadson, meus pensamentos e sentimentos mudaram, a sensação que eu tinha é como se algo tivesse me lavado por dentro. Os negócios prosperaram muito mais (a mercearia e a loja de bicicletas), tinha mais funcionários e, paralelamente, eu comercializava carros usados numa feira do município de Camaçari.

Aos 18 anos, eu já dirigia o meu primeiro carro. Com quase vinte, eu me casei com Rose, naquela altura nosso amor estava mais que consolidado e foi consagrado ao nosso Deus Fiel. Depois montei uma bomboniere para ela e investi no aluguel de máquinas de games juvenis. Trabalhávamos, viajávamos e vivíamos em fidelidade ao nosso Senhor, tínhamos uma boa casa própria, dois carros e duas motos.

Como foi quando o senhor decidiu que iria dedicar a vida à divulgação do evangelho de Jesus Cristo, já que tinha um futuro promissor no mundo dos negócios?

Minha visão era a de crescer financeiramente. Porém, tudo mudou depois que eu participei de uma vigília em 1995, na sede da IURD, que ficava no bairro dos Dois Leões, em Salvador. Ali eu tive o meu encontro com Deus. O sucesso econômico já não era o meu objetivo; eu senti o desejo de ganhar almas, de falar para as pessoas que existe um Deus Vivo, que é muito mais que religiosidade, que Ele pode viver dentro de nós. Então, fui chamado como obreiro. Depois, eu e Rose conversamos sobre o desejo que sentíamos em nossos corações de fazer parte da obra de Deus na Igreja Universal. Então, em março de 1996, abrimos mão de tudo o que nós tínhamos e entramos definitivamente para a obra. Hoje, sei que fiz a escolha certa. O único arrependimento que tenho é de não ter me convertido ao Senhor Jesus antes.

Bispo, o que o senhor tem a dizer ao jovem que sonha em ser bem sucedido, com base em tudo o que o senhor viveu?

A consciência de que a fé está dentro dele, independente de religião, é algo muito importante. Essa crença faz com que a pessoa se aproxime do Senhor Jesus e decida se entregar a Ele de fato. Tal atitude é fundamental para que o jovem, ao ser guiado pela vontade de Deus, faça melhores escolhas, tenha força para perseverar e encarar firmemente os desafios. O Espírito de Deus potencializa o talento que há dentro de nós e, se pedirmos, Ele acrescenta o que falta e nos honra. Também, é necessário que o jovem tenha autoconfiança, como diz o bispo Macedo “é preciso fé para acreditar em si mesmo e, sobretudo, em Deus”. Dessa forma, é certeira a chance de ser bem sucedido naquilo que empreender.

Fonte: Força Jovem Bahia

 

Como agir quando o namoro é da vontade de Deus? Muitas jovens, por serem inexperientes ficam em dúvidas quando chega o momento de se relacionar com alguém. A fim de ensinar sobre o que deve ser feito ao iniciar um relacionamento, a colunista Cristiane Cardoso apresenta dicas para que a relação tenha futuro.

A colunista ressalta que se é da vontade de Deus que a jovem comece a namorar, então, alguns passos devem ser seguidos desde o princípio. “Eles devem ser cumpridos antes de namorar, de beijar, de revelar segredos, o que é totalmente inapropriado para mulheres de Deus”, diz.

Confira abaixo as dicas de Cristiane Cardoso:

- Diga ao rapaz que peça permissão aos seus pais. Se ele for muito tímido para isso, ele não é bom o suficiente para você. Se seus pais não gostam dele, não comece o namoro. Espere um pouco e ore para que Deus toque o coração deles. A permissão dos seus pais é extremamente importante porque eles representam Deus na Terra. Se é da vontade de Deus, então, Ele tem que tocar o coração de seus pais para que eles aprovem. É claro que eu digo isso num mundo ideal, em que os pais também são da mesma fé. Há casos e casos;

- Uma vez que seus pais aprovam, você deve conversar com o pastor da sua igreja. Ele normalmente conhece o rapaz melhor que você, então, se ele sentir que não é bom que vocês fiquem juntos, ou que ambos ainda estão muito fracos na fé para começar um relacionamento, ouça-o. Ele sabe o que está falando. Mais uma vez, há casos e casos, nem todos que se chamam homens de Deus são verdadeiros homens de Deus – você terá que averiguar o caráter do pastor primeiro, para depois ouvir o que ele tem a dizer;

- Vocês podem começar a namorar oficialmente. Então é hora de contar aos seus amigos sobre isso. Vocês devem namorar para se conhecerem melhor, não para ficarem apenas se beijando e abraçando (isso normalmente vai te levar para lugares que você vai se arrepender depois). Então, procure sempre estar em lugares públicos, nunca sozinhos ou no escuro;

- Se ele te desrespeitar, querendo que seu tempo de namoro seja físico, esteja atenta a isso: ele não é a vontade de Deus para você. Deus não lhe daria um homem que não O teme. O namoro deve servir para que ambos se conheçam, que vejam se um é bom para o outro, se vocês vão combinar perfeitamente. Fuja se houver brigas, abuso ou grosseria!

Fonte: Arca Universal

O bispo Guaracy Santos, de 41 anos, é atualmente o responsável pelo trabalho evangelístico da Igreja Universal do Reino de Deus no bairro do Brás, zona leste de São Paulo (SP). Por trás de uma voz forte e um semblante sério, está, além de um bispo, um pai e marido carismático, divertido e dedicado que, com seu jeito único, tem levado a Palavra de Deus a milhares de pessoas. Filho de mãe mineira e pai gaúcho, nasceu na cidade do Rio de Janeiro (RJ), onde foi criado.  Ainda dentro da barriga da mãe, enfrentou seu primeiro desafio, quando o pai tentou impedi-lo de vir ao mundo. A infância e adolescência foram marcadas por vícios, decepções e influências malignas, que durante anos lhe tiraram o sossego e prometeram lhe tirar a vida. Acompanhe abaixo a entrevista exclusiva concedida pelo bispo Guaracy ao Portal Arca Universal.

Como foi a sua infância?

Meu pai servia aos encostos e o envolvimento era tão profundo que ele chegou a ter um certificado reconhecendo o envolvimento. Ele não queria que eu nascesse. Chegou a agredir a minha mãe durante a gestação pedindo que ela abortasse. Quando nasci, fui consagrado aos encostos que ele servia. Aos 4 anos meus pais se separaram e minha mãe casou novamente. Fui criado por ela e por meu padrasto. Mesmo morando no Morro da Tijuca (Rio de Janeiro), minha mãe trabalhava em três empregos para não deixar faltar nada em casa para mim e para as minhas três irmãs. Eu fui estudar em um dos melhores colégios do Rio e, com 10 anos, me destaquei como jogador de futebol.

Nesse período, houve alguma situação que foi marcante?

Sim. Eu me lembro quando uma das minhas irmãs nasceu, em 1980. Minha mãe entrou no hospital para ter a criança e ficou por lá durante 6 meses por causa de uma hemorragia. Quando ela recebia alta e pisava a planta dos pés em casa ela começava a sangrar.  Em vez de abandonar os espíritos, ela decidiu procurar um lugar para frequentar que fosse mais forte. Chegando lá, o espírito manifestado no líder do local me enviou um búzio dizendo que era para minha proteção. Eu tinha 12 anos, era um aluno talentoso, não precisava de proteção. Eu recebi, mas não me importei muito com aquilo. Um dia, brincando com um amigo, acabei quebrando o búzio. O espírito mandou me chamar e disse que eu era relaxado e não tinha levado a sério as orientações dele.  Para me impressionar, ele jogou o búzio dentro de um copo de cerveja e fez com que a bebida começasse a borbulhar, até sumir por completo do copo. Ele me disse: “Está vendo, você matou uma vida”, depois disso, ele colocou a cerveja no copo e mandou que eu bebesse.  Eu recusei, pois como atleta não queria beber. Por causa disso, ele me praguejou e disse que iria me tornar um viciado e aos 18 anos iria me matar.

E o que ele disse a respeito dos vícios se cumpriu?

Sim. Com 14 anos eu recebi drogas de dois amigos dentro da escola. O interessante é que no morro nunca nenhum traficante me ofereceu droga, e dentro de uma das melhores escolas do Rio foi que eu experimentei e continuei usando, até os 18 anos. Às vezes os pais pensam que dando esporte e bom ensino vão livrar o filho das drogas, mas não é verdade. Eu experimentei uma e continuei. Eu sentia uma perturbação, depressão, vazio, realmente uma influência maligna. Era algo tão demoníaco que quando pensava nas pessoas que me faziam mal eu sentia gosto de sangue na boca. Eu não me contentava só com um tipo de droga, comecei a usar maconha, cocaína, alucinógenos, pílulas; tudo o que aparecia eu usava.

Quais foram as consequências dos vícios para sua vida?

O que era pra dar certo começou a dar errado. O clube que eu jogava me afastou por causa do meu comportamento e desperdicei a chance de ser um jogador profissional. Com isso, passei a usar mais e mais drogas, pois parecia que elas não surtiam mais efeito. Eu cheguei à igreja fumando 20 cigarros de maconha por dia, cheirava 10 gramas de cocaína sozinho. A cartilagem do meu nariz ficou comprometida. Como eu era forte e saudável não sentia os efeitos da droga em meu corpo. Só descobri os malefícios quando, em uma noite de uso, acabei expelindo uma quantidade de sangue pela boca.

Além das drogas, o senhor também teve envolvimento com a criminalidade?

Sim, pois eu não me contentei só em usar e comecei a vender. E uma coisa leva à outra. Eu fui parar em uma quadrilha de pilotos de assalto, pessoas contratadas para roubar. Não tinha paz. Meu amigo se tornou meu inimigo número um por causa de um sumiço de balas de um revólver. Ele passou 2 anos tentando me matar. Para me proteger, eu andava armado, mas gostava de brigar na mão. Eu tenho 23 cicatrizes pelo corpo, originadas por paulada, garrafada, canivetada.

Como foi a sua conversão?

Dois meses antes de chegar à Igreja me aconteceram duas coisas terríveis. No ano em que eu completei 18 anos, saí de um clube e me envolvi em uma briga, pois se alguém me encarasse por muito tempo eu já partia para a agressão. Meu rival estava armado e disparou três tiros à queima roupa. Desviei dos tiros e ele disparou mais quatro. Para piorar, encontrei um grupo rival, que me deu mais três tiros e, por milagre, nenhum me acertou. Uma semana depois do ocorrido, estava sentado em uma praça, com uma garota que era minha noiva na época, e um idoso apareceu com uma taça de vinho e me ofereceu a bebida. Eu neguei, e disse que nem o conhecia. Ele jogou o vinho em mim e acertou minha noiva. Depois levantou o boné e disse que tinha chifres. Eu comecei a lembrar das palavras da minha mãe que já ia à Igreja, dizendo que quem tem chifres é a besta. Isso mexeu muito comigo.

Outra situação que me assustou foi quando, em uma tarde, eu estava na casa de praia de um amigo e a mãe dele manifestou com um demônio, e sem me conhecer contou a minha vida toda. Além disso, disse que eu iria ser morto em breve pelo meu ex-amigo. Atordoado, não quis mais ficar lá e decidi ir embora. No caminho de volta, eu encontrei meu ex-amigo no ponto de ônibus. Tentei me esconder dele, mas ele me viu e disse que me mataria naquele final de semana.

Eu voltei para casa e pedi perdão à minha mãe, dizendo que queria servir ao Deus dela, pois sentia que se não fosse, com certeza morreria. Na segunda-feira fui à Igreja, e como estava decidido, me entreguei de tal forma que, em 4 meses me libertei das drogas e da criminalidade. Com 8 meses recebi o Espírito Santo, e com 10 meses  fui levantado a pastor. Da turma que eu andava, hoje eu sou um dos quatro sobreviventes, de um grupo de mais de 30 pessoas que foram assassinadas. Deus me deu o livramento e a praga do diabo em minha vida foi quebrada.

Como foi o processo de sua conversão?

Embora o processo tenha sido rápido, enfrentei muitas lutas nesse período. Na loja em que trabalhava, as colegas de trabalho me ofereciam drogas e se insinuavam para mim, com roupas apertadas e curtas, querendo ter uma relação comigo. Sem contar que eu cheguei noivo e era obcecado por ela; um namoro de 4 anos. Mas decidi terminar, pois vi que junto dela não conseguiria obedecer a Palavra de Deus, já que queria um compromisso sério com o Senhor e ela não estava disposta a fazer o mesmo naquele momento. Por 8 meses fiquei recebendo cartas dela, tentando voltar, mas estava decidido a renunciar à minha vontade para fazer a vontade de Deus. Foi então que conheci minha esposa, Taís, e logo que fui levantado pastor, o bispo Clodomir abençoou nosso namoro. Após 1 ano e 2 meses me casei e estou casado há 20 anos. Com 8 anos de casado adotei uma criança, o meu filho do coração, Mateus, que está com 12 anos. Graças a Deus, tenho uma família feliz e abençoada.

Há 23 anos fazendo a obra de Deus. Como é ser bispo, marido e pai ao mesmo tempo?

Ser bispo na Igreja Universal é uma guerra. Eu costumo dizer que ser representante fiel de uma obra perseguida como esta é levantar todo dia já tendo um “leão para matar”. Quando estava no Rio de Janeiro, tive a igreja invadida e três pessoas tentaram me matar. Fui discriminado por ser da Igreja quando reconhecido em um restaurante e chamado de ladrão dentro de uma loja. Ser bispo, ser pai, ser marido não é fácil, nada é fácil. No nosso caso fica mais fácil pelo que está dentro de nós, fica claro como Deus é com a gente pelas lutas que enfrentamos e vencemos, pois somos atacados e perseguidos constantemente.

Sabemos que os bispos da IURD fazem diversas reuniões por semana e que as igrejas abrem todos os dias. Não existe cansaço ou desânimo?

Não, não e não. Para um profissional que mercadeja a fé, sim, mas para o homem sincero e transparente, não. A marca do homem de Deus é transparência. Na Igreja Universal, para o servo de Deus não existe cansaço ou desânimo, pelo contrário. Eu só decidi servir a Deus como pastor quando olhei pra minha vida e vi que ela estava à altura do que iria pregar, porque como vou falar de família sem ter uma? Como vou falar de saúde se estou doente? Como falar de força se estou fraco? A gente não vive na hipocrisia. Vivemos o que pregamos.

Diante das responsabilidades de um bispo, quando o senhor tem algum momento de lazer, o que gosta de fazer?

Eu gosto de jogar futebol e assistir filmes, principalmente aqueles que remetem à reflexão, que têm um final surpreendente, que fazem você pensar, pois eu gosto de pensar. Também gosto de ler e de escrever. Inclusive, estou preparando uma cartilha, chamada “O Manual do Empreendedor de Sucesso”, com 20 tópicos motivacionais visando à prosperidade.

Qual o conselho que o senhor dá para os jovens da Igreja que pretendem fazer a Obra de Deus também?

O jovem deve fazer bom proveito da sua juventude, aproveitar os dias da sua mocidade, porque hoje, infelizmente, o tempo passa muito rápido, conforme Jesus alertou, os dias estão se abreviando e isso nos obriga a viver uma vida de situações definitivas. A vida está passando tão rápido que não há mais tempo para errar, nós temos que acertar. Eu recomendo que os jovens que têm esse desejo venham correndo, pois sempre estamos precisando de trabalhadores para a seara.

Para finalizar, quais os planos para o futuro?

Eu não tenho planos, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim e eu estou adaptado à vontade Dele. O que Ele quiser de mim, eu farei, pois Ele sabe que pode contar comigo para o que der e vier.

Fonte: Força Jovem Bahia

 

Bispo Adilson Silva, de 38 anos (foto à esquerda), é o atual responsável pelo trabalho evangelístico da Igreja Universal do Reino de Deus no estado de Pernambuco, local onde nasceu. Ainda recém-nascido, foi levado para São Paulo, onde viveu em meio a pobreza até a juventude no bairro de São Miguel Paulista. Com a morte do pai, quando tinha 13 anos, assumiu a responsabilidade da família e teve a infância e a adolescência abreviadas. Casado há 17 anos, e há 22 anos na Igreja, o bispo, marido, pai e servo conta, em entrevista exclusiva ao Portal Arca Universal, como teve a vida transformada pelo poder de Deus. Acompanhe.

Como foi a sua infância?

Meus pais saíram de Pernambuco e foram tentar uma vida melhor , comigo ainda recém-nascido. Meu irmão já nasceu em São Paulo,  no cortiço onde moramos muitos anos com 5 famílias, e que ficava em um quintal. Embora meus pais não tenham se separado, eles viviam brigando e eu cresci vendo minha mãe manifestando espíritos imundos dentro de casa. As doenças eram comuns, sempre alguém estava doente. Uma ocasião eu lembro que minha mãe teve de internar a mim e meu irmão em hospitais diferentes.

Seus pais não buscavam ajuda para solucionar esses problemas?

Sim. Minha mãe era católica, mas recorria a diversos lugares em busca de solução. Ela chegou a ir à casa dos encostos, e eu a acompanhava. Mas mesmo assim continuava manifestando dentro de casa. À medida que o tempo foi passando as doenças foram se agravando.

Como foi o período da adolescência?

Quando eu tinha 10 anos, meu pai estava com a saúde debilitada e, devido a vários problemas de saúde que tinha, ele acabou perdendo boa parte da visão, passando a depender de mim para quase tudo. Meu pai não perdeu a visão completamente, mas boa parte dela. A causa não foi acidente de trabalho e sim vários problemas de saúde que ele tinha. O acidente de trabalho fez ele perder o movimento de um dos dedos da mão direita, apressando assim sua aposentadoria. Ele dependia de mim para ler, pois era analfabeto. Quando eu tinha 12 anos ele estava inválido e eu tive que começar a trabalhar em escritório de advocacia no centro de São Paulo. Era muito triste. Lembro que chegava em casa do trabalho e encontrava meu pai brincando com meu irmão, pois devido a um derrame ele ficou com problemas mentais. Aos 13 anos, estava trabalhando quando recebi a notícia de que meu pai havia falecido aos 38 anos de idade. Eu entrei em choque, pois toda responsabilidade recaiu sobre mim. Eu me tornei um garoto de 13 anos que ganhava um salário mínimo e tinha de sustentar a família. Eu trabalhava de dia, estudava de noite; a adolescência se resumia nisso, pois tive que amadurecer muito cedo.

Na época, não existia uma revolta da sua parte contra essa situação?

Sim, mas após a morte do meu pai nós nos tornamos budistas e lá aprendemos que o que estávamos vivendo era resultado de um carma negativo, e que deveríamos esperar a chegada do carma positivo para que nossa vida melhorasse. Então passamos a aceitar e esperar por uma melhora. Mas, mesmo durante essa espera, minha mãe continuava manifestando e eu perguntava para os dirigentes o que era aquilo e eles diziam que era um problema psicológico. Por diversas vezes eu chegava em casa e via minha mãe desmaiada e ficávamos sem saber o que fazer.

O senhor chegou a se envolver com as drogas e a criminalidade?

Não, pois pensava muito na minha mãe e no meu irmão. Mas, aos finais de semana, eu saia com os amigos e passei a fumar e a beber. Eu me lembro que aos 14 anos cheguei em casa totalmente embriagado. Mas as brigas entre mim e minha mãe aumentaram, pois depois que meu pai faleceu as brigas que antes aconteciam entre eles, passou a existir entre nós, a ponto de um dia ela, durante uma discussão, me ameaçar com uma faca.

Como o senhor tomou conhecimento da Igreja Universal?

Sempre que minha mãe manifestava eu ia até um oratório que tínhamos dentro de casa para orar em japonês por ela. Mas todas as vezes que fiz isso, nada adiantou. Eu tenho um primo cristão que via minha situação e me falava que eu não deveria aceitar os problemas – ensinamento diferente do que eu havia aprendido nas outras religiões. Um dia, cheguei em casa e minha mãe estava manifestada outra vez.  Então, enquanto meu primo corria até a igreja dele para buscar alguém para expulsar o encosto que nela estava, eu decidi fazer algo diferente. Eu coloquei a mão na Bíblia dele, que estava aberta em cima da cama, e comecei a orar o “Pai Nosso” em pensamento. Foi então que o mal que estava na minha mãe reagiu mandando-me parar de orar. Naquele momento eu percebi que havia incomodado o mal e tive a minha fé despertada.

Esse episódio mexeu muito comigo, até que, no colégio, uma colega, que era membro da Igreja Universal, começou a falar de Jesus para mim. Durante o convite ela citou que havia uma reunião de libertação. Na mesma hora eu me lembrei da minha mãe e me interessei em ir à reunião com ela. No primeiro dia em que cheguei à Igreja eu saí com a certeza de que tinha encontrado o lugar certo. Logo me batizei nas águas. Algum tempo depois minha mãe e meu irmão também se converteram. Ela ficou curada das doenças que possuía quando chegou à Igreja, foi liberta dos desmaios e, graças a Deus, hoje, toda a minha família está na presença de Deus.

Quando teve certeza do chamado de Deus para o altar?

Quando fui batizado no Espírito Santo. A mensagem do pastor causou em mim um arrependimento tão grande que eu peguei nojo do mundo. Quando saí da reunião estava decidido a servir a Deus e a ganhar almas. Eu era muito tímido e depois daquele dia passei a falar de Jesus. Acabou a timidez. Lembro que ia trabalhar, mas ficava ansioso para que chegasse logo a hora de estar na igreja. Em pouco tempo, fui levantado obreiro e como sabia tocar guitarra, passei a tocar nas reuniões. A minha entrega foi tanta que logo fui chamado para ser auxiliar de pastor.

Como foi que encontrou a sua cara-metade?

Com 20 anos eu era pastor e conhecia a Rosana (foto à direita) somente de vista, pois o irmão dela, que hoje é bispo, era meu amigo. Quando fui ser pastor da igreja do Jabaquara nós começamos a conversar mais, e comecei a gostar dela. Quando fui transferido para a Igreja da Vila Mariana, eu me declarei a ela e deixei claro que não queria somente namorar e, sim, casar. Começamos a namorar e,  6 seis meses depois, nos casamos. São 17 anos de amor e união.

O senhor adotou uma criança?

Sim, meu filho Lucas (foto à direita). Ele tinha 4 meses quando o adotamos, ele estava em uma unidade de Internação do Governo. Hoje ele tem 13 anos.

As músicas gravadas pelo senhor são umas das mais tocadas na Igreja. Como surgiu o Adilson Silva cantor?

Depois que fui levantado pastor me dediquei ao ministério e não tocava mais na igreja. Em 1998, já bispo, estava na Igreja da cidade de Campinas, e quando tinha inspiração escrevia alguma música. Então, falei com o bispo Marcelo Silva – responsável na época pela gravadora Line Records -, de que tinha umas canções que poderiam ser aproveitadas por algum artista. Quando ele ouviu, gostou, e falou com o bispo Macedo para que eu gravasse. Sinceramente eu não esperava, pois não tinha nenhuma pretensão de me tornar cantor.

Sabemos que a responsabilidade de um bispo é muito grande. Mas, quando há um momento de lazer, o que o senhor gosta de fazer?

Uma das coisas que mais gosto de fazer é sair com a família. Por isso, no meu dia de folga quero ficar perto deles. Sempre que posso, também jogo futebol com os pastores que também fazem parte da nossa família.

Qual a importância da Igreja Universal e do bispo Macedo na sua vida?

A Bíblia mostra em Gênesis, capítulo 35, a passagem em que Jacó estava no meio do deserto e teve uma experiência com Deus. Ele erigiu uma pedra e disse que aquele lugar era a casa de Deus, a porta dos céus. É isso que a Igreja Universal representa para mim. Ela é essa pedra, a porta dos céus. Ela foi para mim e tem sido para tantas pessoas uma mãe espiritual que me ensinou o que a minha mãe não pôde me ensinar, nem que ela quisesse, pois jamais ela poderia me dar o que a Igreja me deu: passar para mim o que a Igreja passou.

Eu perdi meu pai muito cedo, então, eu vejo o bispo Macedo como o exemplo de um pai; eu o vejo como um pai espiritual, porque é a pessoa através de quem Deus tem dado revelações para toda a Igreja com uma visão diferenciada.

Qual o conselho o senhor dá para os jovens que estão na Igreja, mas ainda não se converteram?

Para quem não se entregou, o que digo é que o tempo mostra tudo. Quando me converti, eu fui criticado pelos amigos, alguns diziam que estava perdendo minha vida, mas hoje, tantos anos depois, a gente vê quem tomou a decisão certa. Muitos desses meus amigos estão separados, se viciaram, alguns morreram, enfim, o tempo mostrou que eu fiz a escolha certa. Esse jovem deve entender que ele está vivendo uma fase decisiva de sua vida, pois há uma etapa da vida do ser humano que ele tem várias direções e só uma opção certa. Se ele errar poderá comprometer toda a vida dele e, sobretudo, a eternidade. Só há um caminho certo a ser seguido e esse caminho é o Senhor Jesus.

Há muitos jovens que querem servir a Deus no altar. Qual a orientação para eles?

Quem tem esse desejo não deve ter projetos pessoais. O jovem deve se entregar a Deus e viver cada dia se dedicando a Ele, que as coisas acontecem naturalmente. Ele tem que sonhar o sonho de Deus e deixar que o Espírito Santo faça o resto, pois Deus está a procura de pessoas para usar, e Ele não vai lançar fora quem se colocar à disposição dEle.

Fonte: Força Jovem Bahia

Durante a madrugada, centenas de jovens se entregaram a Deus

Jovens do Força Jovem da cidade de Vitória (ES) participaram de uma madrugada de oração, louvor e envolvimento com Deus, durante a “Vigília da Unção dos Santos”, ministrada pelo coordenador da Força Jovem no estado, pastor Fábio Freitas.

O pastor começou a concentração clamando a Deus por toda a Igreja e, logo em seguida, citou o seguinte versículo:“E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”. (Romanos 12/2)

Ele explicou que quando a pessoa muda a forma de pensar, a vida dela também muda, começando de dentro para fora. “Essa transformação só acontece para aqueles que se revoltam contra a situação no qual está vivendo. Muitos são os jovens que usam a revolta para o mal e, por causa dos problemas familiares, se envolvem com drogas, na criminalidade e até mesmo acabam tirando a própria vida”.

Após a pregação o pastor chamou à frente do altar aqueles que queriam ser libertos. Sob um forte clamor, viciados jogaram no chão maços de cigarros e trouxinhas de maconha, decididos a abandonar definitivamente as drogas.

Para completar a noite, a Companhia de teatro Força Jovem apresentoi a peça “Via Dolorosa”, que retratou o grande amor de Deus pelos seres humanos.

Tocados por tudo o que viram e ouviram, centenas de jovens decidiram se entregar a Deus por meio do batismo nas águas (foto ao lado).

Além do trabalho espiritual, o grupo também se preocupa com as causas sociais. Por esse motivo, integrantes do Cenáculo de Eldorado, em parceria com os Agentes de Saúde da Prefeitura da Serra, realizaram uma grande ação social no local, promovendo conscientização e ensinando como evitar a proliferação do mosquito da Dengue.

Os grupos se dividiram para visitar o maior número de residências, com a finalidade de eliminar os principais locais de foco do mosquito.

Para o voluntário Cristiano Silva, de 22 anos, é prazeroso poder ajudar as pessoas, ensinando tanto como se proteger da doença, como também dos males espirituais. “Além de levar a Palavra de DEUS, também nos preocupamos com aqueles que mais necessitam da nossa ajuda, e vamos estar sempre lutando por estas pessoas”, finaliza

Fonte: Pastor Jean Madeira